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Apneia do Sono

A ortodontia para melhorar seu sono

Apneia do sono, apneia noturna ou Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) é uma desordem do sono caracterizada pela obstrução das vias respiratórias durante o sono, que inibe a passagem de ar por pelo menos 10 segundos mais de 5 vezes durante o período de sono. A apneia gera um despertar súbito, mas é comum que esse episódio seja esquecido junto com os sonhos. Os malefícios da doença decorrem da soma de apneias ao longo de anos. O risco de morrer durante uma única apneia é pequeno, pois após 20 ou 30 segundos ocorre o despertar e a respiração retorna. Esses problemas são mais frequentes nos homens a partir dos 30 anos e nas mulheres a partir da menopausa.

O tratamento da apneia do sono varia conforme o caso. Depende da causa, da idade, da gravidade, da aceitação e da adesão às medidas propostas. Pode-se usar aparelhos, cirurgias e medicamentos. Quem sofre de apneia deve evitar qualquer relaxante muscular como álcool ou medicamentos sedativos, calmantes e antialérgicos.

Quais os fatores associados à Apneia ?

Existem vários fatores associados, alguns ainda desconhecidos, mas os principais são:

  • Forma mandibular

  • Obesidade (IMC >30)

  • Menopausa

  • Orofaringe estreita/p>

  • Obstrução nasal

  • Hipotireoidismo

  • Acromegalia

  • O seu aparelho foi feito exclusivamente para você, não o empreste a ninguém.

  • Sexo masculino

  • Predisposição genética

Será que tenho Apneia do Sono?

Sintomas

Os dois principais sintomas de que uma pessoa tem Síndrome das Apneias Obstrutivas do Sono são:

  • Ressonar durante o sono (ronco)

  • Sonolência diurna

A roncopatia indica obstrução a nível da garganta e a sonolência é consequência dos múltiplos despertares para voltar a respirar. A obstrução da garganta ocorre somente no sono, em decorrência do relaxamento muscular, que provoca, também, a roncopatia.
A apneia interrompe o roncar com períodos de silêncio. Quando a respiração retorna, o ronco atinge o máximo, nesse momento o indivíduo está acordado e poderá responder a estímulos externos. Em poucos segundos, porém, volta a adormecer e esquece que acordou. Pela manhã, a sensação é de que dormiu perfeitamente, a parceira(o) é que se queixa. A tendência, ao longo do dia, será de adormecer em qualquer situação monótona, mesmo quem dorme mais de oito horas tenderá a adormecer durante o dia se permanecer quieto e, por mais que descanse, a recuperação nunca é suficiente. Como o processo da doença se desenvolve em anos ou décadas, as pessoas acostumam-se a essa sonolência excessiva e passam a considerá-la “normal”.

Outros sintomas:

  • Ganho de peso

  • Redução da memória

  • Diminuição da atenção

  • Dor de cabeça pela manhã

  • Sono agitado

  • Boca seca ao acordar

  • Sudorese noturna

  • Hipertensão arterial

  • Palpitações

  • Falta de ar

  • Levantar para urinar

  • Urinar na cama

  • Disfunção sexual

  • Depressão

  • Irritabilidade

  • Problemas conjugais

Diagnóstico

O diagnóstico da apneia do sono é feito através de polissonografia, e da avaliação dos sintomas descritos anteriormente, pelo próprio paciente e/ou pelo (a) parceiro (a).

Classificação

  • de 5-15 apeneias -> leve;

  • de 15-30 apneias -> moderado;

  • mais que 30 apneias -> grave.

Tratamento

  • Redução do peso corporal;

  • Redução do consumo do álcool;

  • Tratamento de congestão nasal, rinite, sinusite;

  • Higiene do sono: antes de dormir evitar cigarro, álcool, bebidas com cafeína, exercícios intensos, refeições pesadas, medicamentos sedativos, evitar dormir de barriga para cima, dormir em horário constante.

Tratamento mecânico:

  • Uso de CPAP (Continuous Positive Airway Pressure) ou BIPAP (Bilevel Positive Airway Pressure)- para apneias moderadas e severas;

  • Aparelhos intra-orais – apenas para apneias leves.

Tratamento cirúrgico:

  • Cirurgia nasal;

  • Adenoidectomia;

  • Tratamento ortodôntico associado à cirurgia ortognática – para apneias leves

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